Maio Laranja e o posicionamento do cristão com Maurício Cunha

Autor: Redação HolyNews

Nesta quarta-feira, 18 de maio, é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, e o mês é lembrado como Maio Laranja, para chamar atenção para esse tipo de violência sexual. 

Cerca de cem crianças de até 14 anos são estupradas, por dia, no Brasil. O levantamento é do UNICEF junto com o Fórum de Segurança Pública. De acordo com o Secretário nacional da criança e do adolescente, Maurício Cunha, que se declara cristão, é muito importante o engajamento da igreja nesta causa.

“Os cristãos têm um trabalho de influência e de transformação social, e que se expressa através do engajamento sócio-político, porque eles querem o senhorio de Cristo sobre todas as coisas, principalmente questões que ferem os direitos dos mais vulneráveis como as crianças e os adolescentes.

Devemos trabalhar para que a justiça do Reino de Deus se manifeste aqui na terra. Por isso que nós oramos, venha o teu reino, seja feita tua vontade assim na terra como no céu”, destaca o secretário. 

O secretário também exaltou a parceria com a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), que proporcionou o lançamento do Plano Nacional de Enfrentamento da Violência contra a Criança e o Adolescente, a assinatura do Pacto da Escuta Protegida e o lançamento do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) em Braille. 

Cerimônia

Os lançamentos aconteceram nesta quarta-feira (18), durante cerimônia que celebrou a data, em Brasília (DF), pelo Ministério da Família, da Mulher e dos Direitos Humanos, a ministra da pasta, Cristiane Brito, lamentou o crime que acontece muitas vezes dentro de casa.

Assim também, no evento, foi anunciada a assinatura do Pacto da Escuta Protegida. A ideia é orientar agentes públicos responsáveis pela proteção das crianças, e evitar que o depoimento seja dado pela vítima mais de uma vez. 

Disque 100 

Qualquer situação de violação dos Direitos Humanos, incluindo violência contra crianças e adolescentes, deve ser denunciada ao DISQUE 100. Segundo balanço da plataforma, em 2021, mais de 18% dos casos contra esse público foram ligados a situações de violência sexual.

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